Rui Faria, atual líder da concelhia do PS, teme uma desunião no PS, fruto de duas listas com estratégias distintas para ganhar a concelhia, nas eleições que estão marcadas para janeiro de 2020.
O atual líder da concelhia do PS apresentou esta segunda-feira, dia 25 de novembro, a sua recandidatura à liderança da concelhia do Partido Socialista.
Rui Faria garante que são duas visões diferentes para o partido: «aquela que quer desunir, afastar, discriminar, criticando tudo e todos, seja a concelhia ou a Federação Distrital, almejando o poder numa lógia destrutiva, eivada de vaidade e sofreguidão». Quanto à lista que encabeça, Rui Faria garante que é a que procura um «PS plural onde todos têm lugar; o PS capaz de reconhecer os seus erros e aprender com eles. O PS responsável que saiba, com humildade, corrigir e fazer melhor».
Nas eleições de janeiro (ainda não é conhecida a data, mas segundo os estatutos será na segunda quinzena) está em causa a liderança do partido para o biénio 2020/22, período que coincide com as eleições para as juntas e Câmara Municipal.

