Filipe Nunes, investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, considera à Rádio Renascença que “parece haver um número de moscas bastante mais alargado do que seria habitual nesta altura”.
“As que nos estão a causar mais chatices são as moscas domésticas, que vivem muito em zonas urbanas e são relativamente chatas. Por exemplo, a mosca doméstica está a uma temperatura ótima a rondar os 25 graus, e, portanto, entre os 20 e os 30 graus estão às mil maravilhas e nós temos estado com temperaturas dentro destes valores”, explicou ao referido meio.
