Em Portugal, estima-se que cerca de 200 mil lares recorrem a serviços ilegais de televisão, como o IPTV, para aceder a canais pagos sem subscrição oficial. Este número representa aproximadamente 4% das habitações do país, destacando-se como uma preocupação crescente para as autoridades e operadoras de telecomunicações.
A prática de TV pirata, que inclui o acesso não autorizado a canais desportivos e de entretenimento, tem atraído utilizadores devido ao custo mais baixo em comparação com os pacotes oferecidos pelas operadoras tradicionais. No entanto, além de ser considerada crime, com penas que podem ir até cinco anos de prisão.
Apesar dos esforços das operadoras para combater este fenómeno, o acesso fácil e os preços elevados dos serviços legais continuam a alimentar a adesão a alternativas ilícitas.