A GNR concedeu a um militar, com ligação ao posto de Vila Nova de Famalicão, um prazo de 180 dias para remover as tatuagens que tem nos antebraços, em conformidade com as normas internas da instituição. Durante este período, o militar pode utilizar mangas elásticas para cobrir as tatuagens, permitindo assim o cumprimento das funções sem que as mesmas estejam visíveis.
O regulamento da GNR, atualizado em outubro de 2021, proíbe que os seus membros ostentem tatuagens em áreas visíveis, nomeadamente abaixo dos cotovelos, no pescoço e na cabeça. A decisão de dar um prazo ao militar para a remoção das tatuagens resulta da aplicação rigorosa destas normas, que visam garantir uma imagem de acordo com os padrões exigidos pela instituição.
Caso o militar não cumpra o prazo estabelecido, poderá enfrentar consequências mais graves, como a instauração de um novo processo disciplinar, e, em última instância, a sua dispensa do serviço. Esta medida pode ser aplicada quando se considera que o comportamento do militar se afasta dos valores morais e profissionais requeridos pela GNR.
O militar, que já foi suspenso por 30 dias devido a esta infração, corre agora o risco de ser afastado definitivamente da corporação se não remover as tatuagens dentro do período estipulado.