Está prestes a terminar mais uma época futebolística e, no cômputo geral, a do FC Famalicão vai findar com resultados bem positivos. Há várias equipas que conseguiram manter-se na 1.ª divisão, só faltando mesmo o futsal… que até esteve na luta pela subida.
Os sub-17 garantiram a manutenção no nacional da 1.ª divisão com um golo marcado no último minuto, por Diogo Nunes, em Paços de Ferreira. Deste modo, este escalão vai continuar a competir na divisão maior do futebol nacional, enquanto que os sub-16 (a segunda equipa do escalão sub-17, que permite aos jogadores do primeiro ano do respetivo escalão competir a um nível alto), estão na 2.ª divisão.
A equipa sub-15 continua na luta na 1.ª divisão e a principal equipa feminina conseguiu, depois de uma época muito difícil, garantir a manutenção na Liga BPI, após vencer o play-off, com o Vitória SC.
A par de tudo isto, acresce a prestação dos sub-19 e sub-23 que estiveram na luta nas respetivas fases de apuramento de campeão.
Resultados que fazem prova de que o jogador “Made In Famalicão”, de que o presidente da SAD, Miguel Ribeiro, muito fala, cresce na qualidade e nos resultados.
Nesta resenha de final de época também há o futsal. O mais recente projeto do FC Famalicão fez uma boa primeira fase da prova e “angariou” um lugar na luta pela subida à 1.ª divisão. Nesta fase, a prestação não foi tão profícua como se esperava, mas o grande objetivo já havia sido alcançado: a manutenção.
Da equipa principal, já de férias, para além do oitavo lugar (com uma boa ponta final de época) há o registo histórico de, pela primeira vez, ter um jogador dos seus quadros convocado para jogar no Europeu de futebol. Trata-se de Enea Mihaj, que vai jogar pela Albânia. Jhonder Cádiz está pré-convocado para a Copa América e com Puma Rodríguez, uma das figuras da seleção do Panamá, deverá acontecer o mesmo.
E claro, há o Gustavo Sá que está entre os nomeados para o prémio Golden Boy que anualmente distingue o melhor futebolista europeu até aos 20 anos de idade.