Alegadas agressões e pressões sobre militantes do CHEGA durante o processo eleitoral para a distrital de Braga, que ocorreu este domingo, dia 5 de julho, levou o Conselho de Jurisdição Nacional do Partido a instaurar um processo disciplinar ao famalicense Pedro Alves, com suspensão de funções. Uma decisão tornada pública esta segunda-feira, 6 de julho, apenas um dia depois do ato eleitoral.
Contacto pelo Cidade Hoje, Pedro Alves, que é líder da Concelhia do CHEGA, disse que impugnou a decisão e que a mesma se encontra suspensa. O famalicense quer ser ouvido e uma justificação para o sucedido, porque garante que não se envolveu em agressões ou pressões sobre quem quer que seja. Assume que houve palavras mais exaltadas e que só estava a separar as pessoas.
Como não foi notificado, o também vereador municipal confessa que ficou surpreendido com a suspensão. Mas garante estar tranquilo e em pleno uso das suas funções autárquicas e partidárias.
Recorde-se que nas eleições para a distrital do Chega, a liderança de Filipe Melo (apoiado por Pedro Alves) foi desafiada por Carlos Barbosa e Paulo Ralha. Filipe Melo acabou reeleito.
