O ex-presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, vai receber, na sessão solene do Dia da Cidade, a 9 de julho, o título de Cidadão Honorário do Município.
A proposta de atribuição dos vários galardões municipais será analisada esta quinta-feira, em reunião do executivo municipal.
Paulo Cunha, 49 anos, chegou à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em 2013, depois de quatro anos como vereador no mandato de Armindo Costa. Obteve duas maiorias absolutas, sendo que em 2017 conseguiu 67,40 pontos percentuais, passando de sete para oito vereadores no executivo municipal.
Em maio deste ano, Paulo Cunha comunicou, publicamente, que não se recandidatava a um novo mandato e que ia regressar à sua vida profissional como advogado e professor universitário (funções que exercia antes de ser autarca).
Na ocasião, Paulo Cunha disse que aquele era o momento de cessar funções também por razões de interesse para Famalicão. Considerava que o concelho precisava de um presidente para funções a médio e longo prazo e não só por quatro anos (como aconteceria se fosse eleito, devido à limitação de mandatos), isto porque «há missões e projetos que se colocam a Famalicão que reclamam e exigem esta longevidade de governação autárquica», como o quadro comunitário 20/30 e o Plano de Recuperação e Resiliência «que reclamam uma estratégia que vai muito além de quatro anos», disse na altura.
Para além de autarca, Paulo Cunha desempenhou funções políticas na Concelhia do PSD, a que presidiu, bem como na Distrital, sendo o atual presidente.
Paulo Cunha exerceu, ainda, profícua atividade associativa, tendo sido dirigente do GR Gavião, FC Famalicão, AF Braga e Federação Portuguesa de Futebol.

