Vila Nova de Famalicão vai ter um orçamento de 256 milhões de euros, um aumento de 37.6 milhões em relação ao do ano passado. O maior orçamento da história prevê um investimento recorde de mais de 106 milhões de euros, em resultado da captação de financiamento comunitário, na habitação, saúde e educação.
O orçamento e as grandes opções do plano da Câmara Municipal são analisados e votados na manhã da próxima segunda-feira, na reunião extraordinária do executivo municipal.
Mário Passos, fala num orçamento «equilibrado que reflete um modelo de gestão assente no rigor e na solidez, que não compromete as finanças municipais, nem o futuro das gerações vindouras». O autarca considera, ainda, que a proposta reflete «o arrojo e a ambição de quem acredita que Famalicão pode ir ainda mais longe».
O ano em curso será, como classifica, «marcante», porque serão concluídos vários projetos e intervenções em curso. «São investimentos estruturantes, cuja concretização está garantida neste orçamento municipal», acrescenta o presidente da Câmara Municipal.
É o caso, na Saúde, das sete novas e renovadas Unidades de Saúde Familiares – CDP de Famalicão, Urbana (Vila Nova de Famalicão), Nine, Lousado, Ruivães/Landim, Joane e São Miguel-o-Anjo. Na Habitação, a autarquia vai dar continuidade ao processo de construção dos fogos habitacionais destinados ao arrendamento acessível. Na Educação, há vários investimentos no parque escolar – requalificação e ampliação da Secundária Pe. Benjamim Salgado, das intervenções nas Escolas Básicas Senador Sousa Fernandes, Brufe e Seide, e da preparação das futuras intervenções nas EB23 do concelho.
No Ambiente, destacam-se os investimentos na conclusão da rede de abastecimento de água em Vale São Cosme, Telhado e Portela, na construção do novo Parque do Pelhe e na expansão do Parque de Sinçães. No Desporto, destaque para a construção do Centro de Atletismo, para o arranque do concurso público de construção das novas piscinas municipais de 50 metros e para a reabilitação do futuro Pavilhão Municipal de Riba de Ave, entre outras concretizações.
Com este plano e orçamento «concretizamos o presente e abrimos as portas para mais futuro», conclui Mário Passos.
