No julgamento que decorre no Tribunal do Porto em que é arguido um guarda da GNR do Posto de Joane, acusado de incumprimento dos deveres de serviços, em 2020, o comandante do Posto, Ricardo Pereira, disse que o militar estava ativo no período entre as 05h30 e as 06h00 e não a dormir durante o serviço, como consta da acusação e como o próprio comandante havia dito na participação que fez do militar.
Colegas do militar, na qualidade de testemunhas, também afirmaram que foi encontrado a dormir no sofá mas já depois da hora do serviço. De resto, disseram que até é normal que um militar que passe a noite inteira de serviço no Posto e ‘passe pelas brasas’, mas com a precaução de ter um telefone ao lado, o rádio para contacto com patrulhas no exterior e em condições de ouvir a campainha, casos seja necessário.
Fonte: O Minho

