O socialista Eduardo Oliveira, deputado do PS na Assembleia da República, já reagiu há decisão da direção executiva do Serviço Nacional de Saúde de não encerrar a maternidade de Famalicão, do Centro Hospitalar do Médio Ave.
Desde que surgiram as primeiras notícias, dando conta do relatório da Comissão para a Reforma das Maternidades que sugeria o fecho da maternidade de Famalicão, o deputado diz que houve aproveitamento político para «semear o pânico na população. Eu sabia que a decisão seria muito bem ponderada, tendo em conta que a maternidade serve a população dos concelhos de Famalicão, Trofa e Santo Tirso, que representam cerca de 250 mil pessoas, e que sempre prestou cuidados à população sem nunca ter encerrado, mesmo em períodos críticos».
Relata, ainda, que a maternidade de Famalicão «esteve sempre no centro das minhas atenções. Interpelei o Dr. Manuel Pizarro, ministro da Saúde, mais do que uma vez, dentro e fora do Parlamento, e também o Dr. Diogo Ayres de Campos, perito que lidera a Comissão para Reforma das Maternidades».