O Município de Vila Nova de Famalicão, através do Famalicão Made IN, tem três projetos para ajudar a transformar ideias em negócios. O Jump tem candidaturas abertas até 24 de fevereiro; a primeira fase de financiamento dos Vouchers Startups decorre até 25 de fevereiro e o ACA Innovation Challenge tem candidaturas abertas até 28 de fevereiro. Mais informações sobre estas iniciativas através do gabinete Famalicão Made IN.
Recorde-se que o Jump é um concurso para novos negócios promovido pela autarquia em parceria com a UPTEC; o ACA Innovation Challenge e os Vouchers para Startups são os concursos com apoios financeiros com prémios aliciantes para projetos nas áreas da sustentabilidade e digitalização.
Segundo o município, o objetivo passa por promover uma cultura empreendedora de desenvolvimento de novos projetos empresariais que possam ser potenciados pelo know-how de empresas do concelho já com um percurso de sucesso.
É o exemplo do ACA Innovation Challenge, promovido pelo Grupo ACA, que tem em curso três desafios com prémios que ascendem a 26 mil euros. O Challenge Student, Open Innovation e o Challenge Software procuram ideias empreendedoras e novas soluções para o setor da construção, modelos de negócio que permitam reduzir custos, melhorar eficiência e sustentabilidade ou ferramentas de software mais expeditas adaptadas ao seu core business.
O Jump é um concurso de novos negócios promovido pelo Município em parceria com a UPTEC, que tem como tema a “digitalização da indústria e da logística”, com 9 mil euros em prémio, 5 mil dos quais para o projeto vencedor.
«Somos cada vez mais um território de criação e estas oportunidades são aliciantes para promover a inovação. E neste contexto, muito nos agrada ver o universo empresarial envolver-se e a patrocinar estes desafios, reflexo de um alinhamento com a nossa visão estratégica, potenciando o território Created IN», salientou Augusto Lima, vereador da Economia e Empreendedorismo.
Na apresentação destes projetos, foram referidos os meios financeiros disponíveis para as startups – mais de 90 milhões de euros – para projetos nas áreas da sustentabilidade e transição climática e novas soluções energéticas, inscritas no PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.