A ONGD HumanitAVE já dispõe de um Desfibrilhador Automático Externo (DAE), na sua sede, em Pedome. E, em parceria com a empresa famalicense PrestigeHealth, licenciou junto do INEM o programa do Desfibrilhação Automática Externa.
Há, também, 24 voluntários operacionais, formados e aptos para atuar com o DAE em casos de paragem cardiorrespiratória.
A HumanitAVE agradece ao Centro de Formação dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos e à PrestigeHealth a disponibilidade demonstrada neste processo, acreditando «que este é um importante passo para salvar vidas».
Os responsáveis da HumanitAVE lembram que está provado que a probabilidade de sobrevivência a uma PCR (paragem cardiorrespiratória), sem qualquer atuação, diminui 10% a cada minuto que passa, e a partir do minuto cinco, a viabilidade da vítima de PCR sobreviver, é praticamente nula.
O único tratamento eficaz é a desfibrilhação elétrica, que consiste na administração de choques elétricos ao coração parado, possibilitando ao mesmo, recuperar o ritmo cardíaco.
Assim, salvar a vida de uma vítima de PCR, em ambiente extra-hospitalar, pode depender exclusivamente da existência de um aparelho de desfibrilhação nas imediações, e da presença de um operador de DAE, capacitado para o utilizar.

