O médico suspeito de abuso sexual a duas crianças, no Hospital de Famalicão, vai continuar detido, uma vez que não foram possíveis cumprir as primeiras diligências judiciais, no Tribunal de Famalicão, devido a greve.
O profissional de saúde deverá, por isso, passar pelo menos mais uma noite nas instalações da Polícia Judiciária, havendo a possibilidade de ser ouvido por um juiz de turno, este sábado, no Tribunal Judicial da Póvoa de Lanhoso.
Caso se confirme a audição, no mesmo dia, deverão ser conhecidas as medidas de coação.
