A greve do pessoal docente e não docente encerrou, mais uma vez, a Secundária Camilo Castelo Branco e a EB Júlio Brandão, na cidade de Famalicão.
Professores, funcionários e representantes dos pais manifestaram-se, na manhã desta segunda-feira, à porta da Camilo Castelo Branco, momento que teve o apoio de André Pestana, líder do sindicado STOP.
A greve começou a 9 de dezembro, só com professores, e, a partir de janeiro, com pessoal não docente. Enquanto o ministro e o Governo «não aceitarem grande parte das exigências destes trabalhadores, obviamente que a ideia é não parar», avisa o líder sindical.
André Pestana assume-se disposto «a negociar, mas não vamos parar esta luta sem antes sufragar as decisões por quem trabalha nas escolas. Se houver alguma proposta do ministro vamos pegar nela e nada assinaremos sem antes ouvir quem trabalha». O líder do STOP fala em décadas «de roubos e ataques» e pede a atualização salarial, uma avaliação justa e sem quotas, o direito de descontar para a Caixa Geral de Aposentações, uma gestão escolar democrática «e depois há outras situações específicas do pessoal docente, como seja o roubo do tempo de serviço, ou os salários de miséria do pessoal não docente».