A Casa das Artes apresenta, nos dias 10 e 11, quinta e sexta-feira, às 21h30, a performance “Como desenhar uma filha nua”, do coletivo Visões Úteis (Porto) que integra leitura, teatro e design. Trata-se de um espetáculo interativo que convida a plateia a usar um livro como ponto de partida do enredo, que tem uma atriz como cicerone.
A criação «procura explorar as possibilidades da palavra escrita, da leitura em voz alta e do design gráfico como ferramentas de expressividade performativa», nas palavras de Carlos Costa, diretor artístico da companhia, a celebrar 30 anos em prol da cultura nacional. Já o autor do texto, Jorge Palinhos, acredita que «diferentes plateias fornecerão diferentes dinâmicas».
Este espetáculo arrancou enquanto residência criativa em Sintra, em setembro, por ocasião do Muscarium – Festival de Artes Performativas, da companhia de teatro sintrense Teatromosca, mas a estreia absoluta acontece em Famalicão. Segue depois para o Porto, para o espaço MIRA, de 16 a 18 deste mês, às 19h00, e dia 19, às 17h00. A criação viaja depois para Atenas (Grécia), para um espetáculo no 1927 Art Space, em 22 e 23 de novembro. A 15 de março de 2025 chega ao Teatro Municipal de Bragança.
A direção de “Como desenhar uma filha nua” pertence Jorge Palinhos e conta com as colaborações habituais de Ana Vitorino, Inês de Carvalho, Pedro Correia, Sara Allen e Vasco Zentzua; em coprodução com a Casa das Artes de Famalicão e o Teatro Municipal de Bragança.