Em 2025, Vila Nova de Famalicão registou apenas 24,1 hectares de área ardida, o valor mais baixo da última década, apesar de um ano marcado por condições meteorológicas adversas.
A vereadora da Proteção Civil, Vânia Marçal, considera que foi um período “particularmente exigente do ponto de vista operacional e meteorológico”, com o concelho a enfrentar 153 dias sob níveis de alerta. Ainda assim, sublinha a eficácia da resposta no terreno e o trabalho articulado entre os vários agentes.
Os números refletem também o reforço das medidas de prevenção. Ao longo do ano, o Serviço Municipal de Proteção Civil realizou intervenções de silvicultura em 62 hectares de faixas de gestão de combustível e procedeu à manutenção de 24 quilómetros de rede viária florestal, melhorando os acessos para meios de socorro.
No âmbito do Dia Internacional da Proteção Civil, assinalado a 1 de março, o presidente da Câmara, Mário Passos, destacou o empenho e o profissionalismo dos agentes, afirmando que os resultados alcançados são fruto de um trabalho contínuo de planeamento, prevenção e cooperação.