“O Modelo Pedagógico no Horizonte 2030” foi tema das Jornadas Pedagógicas Nacionais, onde participou uma delegação da Escola Profissional CIOR, constituída pelo seu diretor, diretor pedagógico e coordenador dos cursos de educação e formação.
Este evento, promovido pela Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), aconteceu no dia 12 de novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, numa iniciativa que contou com a participação do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, do administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Guilherme Oliveira Martins e do presidente da ANESPO, José Luís Presa, na sessão de abertura.
Uma oportunidade para analisar o que foi feito e para dar perspetivas futuras, «em busca do desenvolvimento de projetos colaborativos e da valorização do ensino profissional», afirmou Amadeu Dinis, diretor da CIOR e membro da direção da ANESPO.
A Escola Profissional CIOR, através do diretor pedagógico, José Paiva, e do coordenador dos Cursos de Educação e Formação, Arcélio Sampaio, foi responsável pela sessão sobre “A Escola e as condicionantes provocadas pela Covid 19 / Como recuperar as aprendizagens e o espírito de pertença?”
Falando dos 30 anos da ANESPO, Guilherme Oliveira Martins referiu-se ao projeto desta associação. Segundo o professor, «o perfil do aluno enquadra-se no paradigma das escolas profissionais, uma vez que, na formação e educação ao longo da vida, existe um conjunto de tarefas como a vocação dinâmica do ensino, que promove o acesso ao saber».
Por outro lado, o ensino profissional foi também bastante prejudicado com a pandemia e, ainda assim, num trabalho articulado com a ANESPO, trabalhou-se muito na mitigação destes efeitos, segundo João Costa que louvou ainda a capacidade de reinvenção das escolas para implementar estratégias de recuperação.

