O Chega de Vila Nova de Famalicão exige esclarecimentos urgentes da Câmara Municipal sobre o planeamento concreto para a ativação e implementação do sistema de videovigilância urbana. Diz que não aceita «mais atrasos» porque a segurança dos famalicenses «não pode continuar refém da inércia».
Recorda que já passaram mais de três anos desde a instalação das primeiras 12 câmaras, mas que o sistema ainda se encontra inativo. Para o Chega não há tempo a esperar «face ao aumento de crimes em Famalicão, nomeadamente os assaltos em série a lojas e viaturas». Acredita que a sua instalação seria dissuasora da criminalidade e permitiria uma resposta mais célere das autoridades.
Por isso, o Chega anuncia que vai propor na Assembleia Municipal a incorporação de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) de anonimização em tempo real.
Para a Câmara também tem uma série de perguntas, entre as quais quer saber qual o planeamento para a ativação das 12 câmaras, qual o calendário da integração de tecnologias de IA, quando é que o executivo pretende submeter o projeto atualizado à CNPD e ao Ministério, qual o orçamento e o cronograma para a expansão até às 54 câmaras.
«Esta não é uma questão ideológica: é uma questão de segurança, de respeito pelos famalicenses e de boa gestão do dinheiro público», realça.