Esta posição surge após uma reunião de dirigentes e ativistas locais da CDU com a Administração Local de Saúde do Médio Ave.
A delegação da CDU foi constituída pelos candidatos Sandra Cardoso, Inês Rodrigues e Fernando Costa, entre outros dirigentes e ativistas locais.
Relativamente ao Hospital, a CDU recorda melhorias nas instalações, citando o Bloco de Partos, o alargamento a novas especialidades, como a Gastroenterologia, e a construção de um ambulatório de saúde mental. Mas, a CDU entende que persiste a necessidade de «um forte investimento na requalificação das instalações». Admite que existem projetos para o efeito, mas que «a tutela continua sem garantir o financiamento necessário».
Sobre os novos centros de saúde (S. Miguel-o-Anjo, Joane, Nine e Ruivães), dirigentes da CDU notam que são melhorias há muito reclamadas, mas admitem que «são insuficientes para as necessidades e problemas que se verificam, por exemplo em Fradelos».
Em contraponto aos constrangimentos físicos e de equipamentos, a CDU realçou o empenhamento dos profissionais de saúde para fazer funcionar o Hospital, «apesar a situação das suas carreiras, vínculos e da falta de meios que se verifica em várias áreas».
Em conclusão, a CDU diz que o «SNS exige mais meios humanos e materiais, com carreiras valorizadas e capacidade de intervenção».