Com o intuito de preservar e divulgar o legado de Alberto Sampaio, o Município de Famalicão e a Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães (tutelada pela Câmara local) estabeleceram um protocolo de parceria. Neste âmbito, serão desenvolvidas ações para a criação e divulgação do Centro de Estudos Alberto Sampaio. O objetivo deste CEAS é a divulgação do pensamento e obra de Alberto Sampaio, da preservação da sua memória e do desabrochar de novas ideias e projetos que tenham esta personalidade como referência.
Recorde-se que Alberto Sampaio (1841-1908) era natural de Guimarães mas viveu e faleceu em Boamense (Cabeçudos). Formado em Direito, destacou-se como historiador, mais ligado à história económica.
Com este protocolo, o município famalicense passa a integrar o núcleo de entidades fundadoras do CEAS, onde se insere instituições como a Academia das Ciências de Lisboa, Museu de Alberto Sampaio, Casa de Boamense, Sociedade Martins Sarmento, entre outros.
O Centro de Estudos Alberto Sampaio, localizado na sua casa de nascimento, em pleno centro histórico de Guimarães, é um espaço de arquivo e de estudo, que também se assume como um núcleo difusor do pensamento e da obra do seu patrono, honrando a sua memória através da instigação de novas pesquisas e ações.
Refira-se que esta quarta-feira, dia 1 de dezembro, pelas 15h00, será entregue na Casa do Território, no Parque da Devesa, o Prémio de História Alberto Sampaio a António Castro Henriques, vencedor da edição de 2021. Trata-se de uma distinção dinamizada anualmente pelo Município de Vila Nova de Famalicão, através do Arquivo Municipal Alberto Sampaio, juntamente com os Municípios de Guimarães e Braga, a Sociedade Martins Sarmento e a Academia das Ciências de Lisboa.

