No panorama futebolístico do Minho, apenas Famalicão e Gil Vicente erguem as bandeiras das suas claques de forma legal. Enquanto que os adeptos dos clubes se organizam sob os olhares atentos da Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD), outros movimentos da região permanecem à margem das regulamentações.
De acordo com informações divulgadas pela APCVD à agência Lusa, são 19 os grupos organizados de adeptos (GOA) legalmente reconhecidos em Portugal, dentre os quais apenas dois emergem das terras minhotas.
No norte, os números revelam um cenário desigual: enquanto a claque dos Super Dragões, ligada ao FC Porto, ostenta um contingente de 4.000 membros, as realidades de Famalicão e Gil Vicente são bem diferentes, contando com 51 e 46 elementos, respectivamente.