Quarta-feira, Julho 22, 2026
  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
No Result
View All Result
Cidade Hoje
  • Notícias
Ouvir Rádio
Ler Jornal
Cidade Hoje
  • Notícias
No Result
View All Result
Cidade Hoje
No Result
View All Result
PUB PUB

Cientistas da ICVS da UMinho fazem descoberta que pode combater fungo mortal

addup by addup
28 de Fevereiro, 2018
in Concelho
0
Share on FacebookShare on Twitter

Uma equipa internacional, que inclui o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, fez uma descoberta que poderá ajudar na luta contra um fungo que mata 200 mil pessoas por ano e provoca doenças pulmonares e alérgicas em milhões de outras. O estudo explica a resposta do sistema imunitário ao fungo “Aspergillus fumigatus” e é publicado esta quarta feira na conceituada revista “Nature”.

A infeção causada por este micro-organismo é uma das complicações que mais preocupa os doentes submetidos a tratamentos médicos complexos, como transplante de medula, sendo fatal em metade dos casos. “Acredita-se que seja responsável por uma série de doenças pulmonares, incluindo a asma, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo”, afirmam os cientistas Agostinho Carvalho e Cristina Cunha, ambos do do ICVS da UMinho.

A equipa internacional, liderada pelo MRC Center for Medical Mycology da Universidade de Aberdeen (Reino Unido), descobriu um mecanismo de resposta imunitária a um componente “inesperado” do fungo. O recetor agora identificado reconhece um pigmento específico do fungo chamado melanina. Em Portugal, o trabalho foi coordenado pelo ICVS, tendo sido identificadas mutações neste recetor que aumentam o risco de contrair infeções em doentes submetidos a transplante em cerca de 25%. Esta descoberta poderá contribuir para o desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico e terapias personalizadas para combater esta infeção.

PUB PUB PUB

“Respiramos diariamente centenas de esporos deste fungo, embora sem consequências graves. No entanto, em situações de debilidade do sistema imunitário esta infeção é fatal na maioria dos casos. Esta investigação permitiu melhorar o conhecimento sobre como o nosso sistema imunitário responde a este micro-organismo, sendo esta informação crucial para melhorar a capacidade de diagnosticar a sua presença em pessoas infetadas e conceber novas terapias capazes de ajudar no tratamento desta doença complexa”, realça Agostinho Carvalho.

O estudo envolveu ainda o National Institute of Allergy and Infectious Diseases, o National Institutes of Health (ambos dos EUA), o Instituto Pasteur (França), o Imperial College London (Reino Unido), a Universidade Friedrich Schiller de Jena (Alemanha), o Centro Médico da Universidade Radboud (Holanda) e, do lado português, o Instituto Português de Oncologia do Porto e o Hospital Universitário de Santa Maria da Universidade de Lisboa.

addup

addup

Next Post

Decorrem até abril as candidaturas ao Prémio Maria José Nogueira Pinto

  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
Contacto 252 301 780

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos

No Result
View All Result
  • Landing Page
  • Buy JNews
  • Support Forum
  • Pre-sale Question
  • Contact Us

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos