Entre janeiro e maio deste ano, morreram 57 pessoas por afogamento em Portugal, segundo dados provisórios da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FEPONS).
Este número é muito próximo do registado no mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 58 mortes, o valor mais alto desde 2017.
Nos primeiros três meses do ano, perderam a vida 36 pessoas no meio aquático. A maioria dos casos aconteceu em rios e cerca de 70% das vítimas eram homens, sobretudo entre os 20 e os 24 anos.
O distrito de Braga está entre os mais afetados, com 11,1% dos casos registados, a par da Madeira e atrás de Coimbra.
A FEPONS refere ainda que todos os casos aconteceram em locais sem vigilância de nadadores-salvadores e alerta para a necessidade de reforçar a prevenção e a segurança nas zonas de banho.