Após ter sido tornado público nas redes sociais, este domingo, um testemunho que dá conta de uma alegada falta de meios para assegurar o transporte de doentes a partir do Hospital de Famalicão, o conselho de administração do CHMA, em comunicado, nega que em algum momento esteve em causa a segurança dos doentes.
Os responsáveis da unidade hospitalar afirmam que é falsa a existência de dívidas às corporações de bombeiros, conforme foi reproduzido na internet. O CHMA esclarece que, até ao passado mês de maio, o serviço de transporte não urgente de doentes estava afeto aos Bombeiros Voluntários Famalicenses e que estes, por entenderem que estavam a ter um elevado prejuízo com o mesmo, decidiram suspendê-lo com efeitos imediatos.
Entretanto, a unidade hospitalar refere que foi aberto um procedimento concursal urgente para todas as corporações de bombeiros (dos concelhos de Famalicão, Trofa e Santo Tirso), que acabou por ficar deserto. Assim, foi aberto um novo concurso público que terminará na próxima semana.
Na mesma nota, o Centro Hospitalar do Médio Ave esclarece ainda que podem existir casos pontuais de demora no transporte, estando eles relacionados com a elevada procura dos serviços e a oferta existente limitada.
A Cidade Hoje procurou obter mais informações sobre o caso do doente, relatado no Facebook. Fonte do socorro referiu à nossa redação que a pessoa em causa em causa foi transportada para o Hospital de Braga por volta das 03h00 de domingo, negando, por isso, a versão que se encontra online e que indica que às 05h30 ainda se encontrava sem transporte.