Esta sexta-feira, dia 28, os trabalhos da Assembleia Municipal foram interrompidas dado o adiantado da hora e foi marcada uma próxima reunião para dia 5 de maio.
A votação do relatório e contas da Câmara Municipal, relativo a 2022 ficou, assim, adiado, mas PS e CDU já informaram que votarão contra; já a decisão do PSD e CDS será favorável ao documento.
O presidente de Câmara Municipal, Mário Passos, referiu-se, durante a sessão, a um ano de constrangimentos, por causa da guerra e da inflação, mas que o «concelho seguiu uma trajetória ascendente». O autarca evidenciou um maior apoio social, dando como exemplos os apoios às renda e às bolsas de estudo; referiu, também, várias obras, designadamente a renovação do centro urbano, intervenção «elogiada a nível nacional», notou o deputado Armindo Araújo do CDS.
O deputado Germano Araújo, do PSD, sublinhou «um ano de contas certas e transparentes».
As maiores críticas vieram do PS. Jorge Costa garante que o relatório «não reflete a verdade» do que se passou em 2022, acusando a Câmara de «falta de planeamento».
Também a CDU reprova este relatório e contas. Tânia Silva diz que o documento não demonstra as «falhas e omissões» que, no seu entender, aconteceram por «ausência de planeamento».
A intenção do voto do Chega só será conhecida na próxima sexta-feira, altura em que prosseguirá a discussão.
