Esta quinta-feira foi aprovado em reunião da Câmara Municipal o apoio financeiro a mais quatro atletas de alto rendimento ligados às modalidades de ténis, motociclismo e ciclismo. No total, estas jovens promessas desportivas vão ser apoiadas com um montante global de 9.750 euros para ajuda nas suas despesas.
O Programa Municipal de Promoção do Rendimento Desportivo foi criado em 2021 pelo município que, nos últimos dois anos, já apoiou cerca de três dezenas de atletas famalicenses de alto rendimento, num investimento municipal na ordem dos 40 mil euros. Este apoio serve para ajudas com despesas de deslocação, aquisição e manutenção de equipamentos e despesas técnicas, assim como apoio não financeiro que envolve cedência de infraestruturas, criação de portefólio do atleta e apoio à aquisição de competências.
Basquetebol em cadeira de rodas, ténis, motociclismo, automobilismo, ciclismo e trail, são as modalidades que ficaram enriquecidas com a garantia de continuidade destes atletas de excelência. «É um apoio muito importante, sem o qual não conseguiria jogar tantas partidas, nem participar em torneios nacionais e internacionais». Palavras de Mafalda Guedes, uma das jovens promessas do ténis nacional, que agradece o apoio que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acaba de lhe atribuir no âmbito do Programa Municipal de Promoção do Rendimento Desportivo.
Até ao escalão sub-16, Mafalda tinha uma maior retaguarda por parte da Federação Portuguesa de Ténis, contudo, subindo de escalão etário, a despesa com a sua carreira desportiva ficou a seu encargo e dos pais. Por isso, reconhece, «este apoio é essencial e deixo um agradecimento à Câmara Municipal por toda a ajuda», menciona a tenistas que tem o torneio internacional, Oeiras Open, no horizonte.
A autarquia, pela voz de Mário Passos, dá conta do seu empenho «em criar cada vez melhores condições para a prática desportiva e em apoiar os seus atletas». O presidente da Câmara acredita que «sem esta retaguarda municipal» muitos atletas, quer em escalões de formação, quer já no patamar do alto rendimento, «ver-se-iam impedidos de perseguir as suas ambições desportivas, ou pior, serem obrigados a deixar a modalidade por falta de apoio financeiro e logístico para competir e levar o nome de Famalicão e de Portugal, mais longe».