O Riba d´Ave Hóquei Clube manifesta, em comunicado, a sua indignação e «incredulidade» por, mais uma vez, a Comissão de Qualificação de Jogos da Federação de Patinagem de Portugal decidir que os jogos com o Murches e Valongo são de «risco acrescido». A decisão determina o policiamento obrigatório e eleva para oito partidas, em treze possíveis, na presente época desportiva.
A decisão comunicada à direção do clube ribadavense, «sem sustentação de alguma autoridade policial», é vista como mais um ataque ao clube que sugere que a FPP deve estar atenta «à verdade desportiva e aos erros negligentes em nosso claro prejuízo».
No comunicado, emitido esta terça-feira, o Riba d´Ave fala «em experiências sádicas e grosseiras vividas durante a prestação competitiva, que denotam uma problemática geral de degradação de valores, perpetrados por agentes que deveriam ser os primeiros a pugnar pelo seu respeito e zelo. E isto sim, é que é vergonhoso».
Pelo exposto, o clube sugere que a Comissão de Qualificação de Jogos da FPP não seja «coveira» da competição e que esta posição assumida em comunicado não é mais do que «um protesto às arbitrariedades, aos serviçais de ocasião, à sonegação de responsabilidades e também em defesa e respeito do bom nome do nosso clube, adeptos e ainda de um futuro mais brilhante para o Hóquei em Patins nacional».