Na última reunião da Assembleia Municipal, já na madrugada deste sábado, foram aprovadas as Grandes Opções do Plano e Orçamento.
Votaram a favor PSD, CDS e Chega, além dos presidentes de junta independentes; o PS absteve-se e a CDU votou contra.
Começando pela CDU, Tânia Silva disse que «o documento dá continuidade a projetos que tinham ficado por executar, sendo anunciados como solução milagrosa».
O deputado Jorge Costa justificou a abstenção do PS com o benefício da dúvida «quanto à execução das propostas», mas avançou que o seu partido não podia votar a favor porque o documento «não tem visão estratégica, solidária e promotora da igualdade».
O deputado do Chega, João Pedro Castro, votou a favor porque vê nas propostas da maioria «uma linha de continuidade e nós gostamos da estabilidade». No entanto, diz que se o partido fosse executivo faria diferente em algumas matérias.
O PSD e CDS votaram a favor. Os social democratas porque dizem que há contas certas que permitem a redução de impostos, «sem deixar de existir investimento», falando, por exemplo, dos transportes, saúde, educação.
Armindo Gomes, pelo CDS, realçou a importância da subida do apoio às freguesias e às famílias carenciadas, concluindo que é um orçamento a «pensar nos mais pobres».

