Em comunicado enviado à imprensa, a Comissão Política Concelhia do Chega de Famalicão manifesta «enorme apreensão», relativamente à possibilidade de um eventual encerramento da maternidade do Hospital de Famalicão.
Os dirigentes do Chega de Famalicão prometem estar na primeira linha «no combate a esta e outras medidas que visam ofender a qualidade de vida do nosso município, suprimindo serviços fundamentais com base em critérios de conveniência política», acusam.
Acredita este partido que a «pretensão do Governo socialista embaterá com a oposição de toda uma comunidade, que não quer ser privada de mais um serviço hospitalar».
O Chega considera que, nos últimos anos, o SNS tem vindo «a sofrer uma degradação progressiva, muito por culpa das políticas da esquerda e extrema-esquerda, esses sim, os verdadeiros responsáveis pelos caos instalado», aponta.
No comunicado, assinado por Pedro Alves, é lançada uma crítica direta ao PS de Famalicão e a Eduardo Oliveira, por ter defendido, nas últimas autárquicas, a construção de um novo hospital em Famalicão e recentemente votado contra a audição do Ministro da Saúde.