O Instituto Nacional de Artes do Circo, sediado em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, é um dos muitos projetos com pagamentos em atraso por parte da GEPAC – Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais.
Em Maio, no Parlamento, Pedro Adão e Silva foi confrontado que havia atrasos nos pagamentos de 47 projetos no subprograma destinado a entidades artísticas do Programa Garantir Cultura, tendo atualizado agora aquele número para 30 projetos cujos prazos de pagamento da segunda tranche, por parte do Estado, ultrapassaram em muito os trinta dias.
O INAC foi abrangido por este apoio, para um projeto que já teve a sua execução em Dezembro de 2021.
São várias as tentativas de contacto com a GEPAC, entidade governamental que gere este financiamento a fundo perdido, tendo como respostas diferentes abordagens, telefonemas desligados, e uma resistência por parte dos órgãos administrativos e de Gestão no diálogo.
Esta situação que deveria garantir a cultura e o bom funcionamento do setor artístico, está a causar uma situação oposta e precária, levando a que neste momento uma quantidade significativa de artistas se encontrem com ordenados em atraso.