O primeiro-ministro anunciou que, a 1 de janeiro, o salário mínimo aumenta para os 705 euros, mas o aumento extra de dez euros das pensões não entra em vigor. António Costa diz que, perante eleições antecipadas, o Governo “não deve fazer o que tem natureza extraordinária”.
Segundo afirmou o primeiro-ministro, na entrevista de segunda-feira à noite na RTP, o Executivo em funções pode aumentar o salário mínimo, atualizar as pensões e os vencimentos dos funcionários públicos. Contudo, remeteu para o pós-eleições o aumento extraordinário das pensões.
Quanto à atualização dos salários da Função Pública, que o Governo calculou em 0,9 por cento no próximo ano, António Costa defendeu igualmente que o Executivo pode avançar já.
“Há uma atualização dos salários da função pública, com um aumento normal das pensões. O aumento extraordinário não, porque é precisamente extraordinário”, argumentou.

