Em comunicado, o Chega de Vila Nova de Famalicão considera que marchas LGBTQIAP+ como a que decorreu no passado sábado, são «mero exibicionismo» e que «ocultam» uma agenda de extrema-esquerda para a qual «tentam obter financiamento».
O Chega afirma que em Portugal existem o Princípio da Igualdade consagrado na Constituição, onde inclui o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção plena. Porém, diz que «a igualdade perante a lei não pode ser utilizada como fundamento para exigir privilégios, tratamentos diferenciados ou a aceitação obrigatória de determinadas agendas políticas, culturais ou educativas».
Na perspetiva do Chega Famalicão, «a vitimização serve para esconder os verdadeiros propósitos: a destruição da família enquanto base da sociedade e a defesa de políticas desajustadas e contrárias à vontade da maioria, como a imigração sem controlo», realça o Chega.
No comunicado, o Chega Famalicão garante o «respeito pela dignidade, pela liberdade e pela vida privada de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual». Mas, diz que aquilo que «está em causa não é a vida pessoal de cada cidadão, mas a instrumentalização política destas causas e a tentativa de impor à sociedade um conjunto de posições ideológicas que não representam todos os portugueses, nem sequer todas as pessoas que o movimento afirma defender», assegura o Chega.