Joana Bordalo e Sá, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), e José Carlos Martins, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), explicaram que a greve tem como objetivo principal exigir melhores condições de trabalho e maior investimento no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Apesar de a paralisação dos dois grupos ter coincidido, os líderes sindicais afirmam que não houve coordenação entre as partes.
Os sindicatos destacam o descontentamento generalizado entre os profissionais de saúde, com reivindicações que passam pela valorização salarial e por medidas que garantam melhores condições de trabalho e a contratação de mais pessoal. Para os médicos, a falta de soluções por parte do governo é vista como uma ameaça à qualidade do SNS, que consideram estar em risco de colapso.
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