Em dia de festa de apresentação do plantel para a nova época desportiva, o presidente da SAD do Famalicão voltou a falar das más condições do estádio, uma “mini-casa”, como referiu, incapaz de dar conforto aos sócios, aos visitantes, à comunicação social e, claro está, ao plantel.
Disse desconhecer avanços sobre a intenção municipal de reformular o estádio, projeto que poderia vir a incluir outras valências. “Não temos nenhuma novidade” referiu, acrescentando, que “há falta de vontade, ou de arrojo ou de competência”.
O presidente da SAD considerou que o prazo para ser apresentada uma solução já expirou. “Temos que ter uma solução, seja ali, seja noutro sítio qualquer, até pode ser fora de Famalicão”, avisou.
Miguel Ribeiro reiterou que a SAD é “solução e apresentamos solução. Atrevo-me a dizer que estamos conformados com esta realidade até ao dia em que entendermos que Famalicão, ou alguém em Famalicão, o Município, não faz tudo para que joguemos em Famalicão“.
Da parte da SAD “fizemos o que nos comprometemos: fazer do Famalicão um clube de topo. Vamos para a sexta época na primeira liga, algo nunca antes alcançado em 90 anos de clube. Há uma violação do compromisso aquando da constituição da SAD. Fizemos do Famalicão um clube estável e pujante, em troca o Município comprometeu-se a fazer um estádio, no mínimo, eficaz. Continuamos a ter uma casa que nos embaraça, como vai acontecer na primeira jornada, quando recebermos o Benfica”.