Diogo Barros foi reeleito líder da Humanamente, movimento social pela defesa dos direitos humanos e promotor das Marchas LGBTQIAP+ de Guimarães, Santo Tirso, Famalicão, Vizela e Póvoa de Varzim.
O presidente e fundador da Associação afirma que a sua prioridade «é reforçar a Humanamente e colmatar as falhas existentes». Adianta que até 2026, o objetivo da sua equipa passa por aumentar o número de marchas LGBTQIAP+ realizadas em Portugal e garantir melhores condições de trabalho ativista e estabilidade para a Humanamente.
«A luta pelos direitos humanos irá sair à rua sempre que for necessário e, a cada dificuldade encontrada, apenas nos irá fortalecer e dar mais força. Se a Direita e a Extrema-Direita quiserem alimentar um conflito com a nossa luta, que se preparem, pois não iremos dar descanso», afirma. Inclui nesta crítica os executivos camarários famalicenses, que diz estarem a dificultar a luta ativista do movimento.
Diogo Barros, de 21 anos, apresenta uma equipa com Juliana Salgado, que se mantém como presidente da Assembleia Geral, e Beatriz Moura, que permanece como vice-presidente e porta-voz da Humanamente.
Na direção irão estrear-se nomes já conhecidos como Inês Fontão, porta-voz da Comissão Organizadora da Marcha LGBTQIAP+ de Guimarães, bem como o ativista trans e influencer digital Lucas Dias, jovem trans de 23 anos, natural e residente em Vila Nova de Gaia.